sexta-feira, 8 de abril de 2011

What Love does - Parte 5


(...)
Deu o toque de saída e Joana foi ter com Diogo.
Diogo – Olá, então sempre vens comigo?
Joana – Vou sim, mas a que horas?
Diogo – Eu agora não tenho aula, e tu?
Joana – Eu tenho.
Diogo – E não dá para faltares?
Joana – Não devia, mas como quero saber o que me queres dizer vou contigo.
Diogo – Ok, obrigado.
Joana – E onde vamos Diogo?
Diogo – Entra no carro e não faças perguntas.
Diogo tinha um lugar onde gostava muito de ir quando tinha problemas mas ninguém sabia onde era. Diogo decidiu leva-la ate la.
Joana – Que lugar é este?
Diogo – É onde eu gosto de vir quando tenho problemas, aqui penso muito, apesar de parecer que sou forte de trás desta marcara também há um rapaz sensível, romântico, carinhoso.
Joana – Não conheço esse teu lado.
Diogo – Mas eu quero que tu conheças e o mais rápido possível.
Joana – Porque?
Diogo – Tu tens algo especial e eu desde que te vi aquela noite no bar e fui ter contigo que não deixo de pensar em ti e não quero estar com mais nenhuma rapariga.
Joana – Diogo vou te ser sincera, eu não acredito muito nisso, tu deves dizer isso a todas.
Diogo – Não Joana, acredita que não. Nunca me senti assim com mais nenhuma rapariga.
Joana – Pois mas desculpa eu não acredito.
Diogo – Joana acredita em mim, eu nunca trouxe aqui ninguém, este lugar é só meu, e se te trouxe aqui é porque significas muito.
Joana – Pois Diogo.
Diogo – Joana, eu gosto de ti ainda não sei de que forma mas gosto, sinto-me bem contigo apesar de ainda não te conhecer muito bem.
Joana – Vê o meu lado, é um pouco complicado confiar em ti.
Diogo – Eu entendo o teu lado  mas tenta acreditar e confiar em mim por favor.
Joana – Diogo vamos com calma, como tu disses-te ainda não nos conhecemos bem. Podes estar enganado nos teus sentimentos.
Diogo – Ok mas eu não estou enganado nos meus sentimentos. Queres ir embora?
Joana – Não, quero ficar aqui mais um pouco. Sinto-me bem aqui.
Diogo – É bom saber isso. Este pode ficar o nosso lugar? Mais ninguém precisa de saber.
Joana – Pode ser!
Levaram duas horas a falar do que gostavam e do que não gostavam. Riram-se bastante, divertiram-se muito um ao pé do outro.
Joana – Está a ficar tarde, vamos embora?
Diogo – Sim claro! Onde queres que eu te deixe? Em casa?
Joana – Se não te importas.
Diogo – Claro que não tonta.
Diogo foi levar Joana a casa. Despediu-se dela com um beijo bem  fofinho na bochecha.
Diogo – Ah e olha toma o meu número, quando quiseres falar comigo força..
Joana – Ok ok.
Um pouco depois Diogo chegou a casa e recebeu uma mensagem de Joana.
- Olá, gostei muito da nossa tarde.
  
(...)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

What Love does - Parte 4



(...)
Diogo – Já vais embora?
Joana – Sim estou cansada.
Diogo – Posso te levar a casa?
Joana – Acho melhor não, quero que aproveites a noite.
Diogo – Mas não posso aproveitar, se não estiveres aqui.
Joana – Não, digas disparates Diogo.
Diogo – Estou a falar muito a sério Joana.
Joana – Oh não acredito, e olha posso te fazer uma pergunta?
Diogo – Claro Joana.
Joana – Fiquei surpreendida com uma coisa, porque é que hoje não te envolves-te com nenhuma rapariga?
Diogo – Não estou com cabeça para aturar “atiradiças”, tenho mais em que pensar agora.
Joana – Ok, tu la sabes.
Diogo – E sempre vais embora?
Joana – Vou sim.
Diogo deu um beijo na testa de Joana e disse-lhe:
- Tem cuidado, e até amanhã Princesa!
Joana sorriu com o acto de Diogo e foi embora.
Diogo pensou que agora já não estava ali a fazer nada. Foi ate a praia e não parava de pensar na Joana e como ela era linda.
Joana quando chegou a casa e estava deitada na sua cama, só pensava em Diogo e tentava entender porque é que ele queria ser amigo dela.
No dia seguinte Diogo foi para a escola e ficou à porta à espera de Joana. Joana chegou e Diogo disse-lhe:
- Bom dia! (sorriu)
Joana  – Bom dia Diogo! (e também sorriu)
Diogo  – Posso acompanhar-te até a tua sala? Para falarmos um pouco.
Joana  – Por mim podes, mas não queres ir para o pé dos teus amigos?
 Diogo – Não. Eu tenho que falar contigo mas não sei se tenho coragem.
Joana – Fala qual é o problema?
Diogo – Hoje a tarde tens algo para fazer?
Joana – Não sei, porque?
Diogo – Queres ir comigo dar uma volta?
Joana – Não sei, vou ter de ver se tenho alguma coisa para fazer  depois digo-te.
Diogo – Ok, não te esqueças.
Joana – Ok, eu não me esqueço.
E cada um foi para a sala, Joana ao chegar a sala foi ter com as amigas e contou-lhes.
Margarida – E o que quer ele?
Joana – Não sei, disse que tinha de falar comigo mas que não tinha coragem.
Cláudia – Então vai, e vê o que ele quer. Se precisares de alguma coisa liga-nos.
Joana  - Ok amigas.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

What Love does - Parte 3




(...)
Joana – Eu já volto!
Margarida – Onde vais?
Joana – Vou resolver uma coisa!
Margarida – Ok!
Joana viu Diogo e foi ter com ele.
Diogo – Joana! Que bom ver-te.
Joana – Só te venho dizer que podemos ser amigos mas não te passes para o meu lado! Só mesmo amigos.
Diogo – Ok! Ainda bem que decidiste isso.
Joana – Ainda bem porque?
Diogo – Porque quero ser teu amigo, quero ter a tua confiança.
Joana – Faz por isso!
Diogo – Podes querer que vou fazer por isso.
Joana – Ok! Vou andando.
Diogo – Ok Joana, txau!
Joana foi para junto das amigas.
Cláudia – Então que foste falar com o Diogo?
Joana – Fui lhe dizer que podíamos ser amigos, mas para não se passar para o meu lado.
Margarida – Vamos lá ver, o que vai fazer esta noite, aposto que vai curtir com mais umas.
Mas por impressionante que fosse, isso não aconteceu, Diogo levou  a noite toda a olhar para Joana, e mandava-lhe sorrisos, ela retribuía.
Várias raparigas foram ter com o Diogo e ele dava-lhes para trás, Joana estava a ficar muito surpreendida pela atitude de Diogo. As amigas de Joana estavam a ver eles os dois a mandarem sorrisos um para o outro e estavam a achar muito estranho, ele estar a dar para trás a todas as raparigas e não parar de olhar para Joana.
Joana – Bem amigas vou indo, estou cansada.
Margarida – Queres companhia?
Joana – Não, nada disso.
Cláudia – Tens a certeza?
Joana – Sim! Ate amanha.
Joana ia embora e passou pelo Diogo e disse-lhe:
- Boa noite!

                                                                                                                                                       Continua (…)

domingo, 3 de abril de 2011

What Love does - Parte 2


(...)
Diogo – Não mano, estava só a ver uma coisa. Bora la.
Foram para as aulas e o Diogo não parava de pensar na Joana e ele não entendia porque e já lhe estava a fazer confusão porque nunca pensou tanto numa rapariga. Quando deu o toque da saída, Diogo saiu e olhava para todo o lado para ver se a via, depois de tanto procurar, encontrou-a sozinha no corredor.
Diogo – Manos já venho.
Gonçalo – Onde vais?
Diogo – Vou só fazer uma coisa.
Pedro – Ok mano, até já.
Diogo foi ter com ela, e ela ao vê-lo parou e ia-se embora, mas ele diz-lhe:
- Espera!
Joana – Ainda não entendeste que não quero falar contigo?
Diogo – Mas eu quero falar contigo. Vá la, pelo menos amigos.
Joana – Para que queres ser meu amigo?
Diogo – Tu tens algo especial. Vá la pelo menos amigos.
Joana – Vou pensar no teu caso.
Diogo – Posso te dar o meu numero de telemóvel e se decidires ser minha amiga mandas mensagem?
Joana – Não. Eu vou pensar e quando decidir digo-te alguma coisa.
Diogo – Ok, vou te dar o teu espaço.
Joana – Txau!
Diogo – Txau então.
Joana foi ter com as amigas, e contou-lhes:
Margarida – Amiga não caias nos joguinhos dele.
Joana – Achas mesmo? Conheço bem esse tipo de pessoas.
Diana – Sabes como ele se mete com todas, tu és só mais que ele quer engatar Joana.
Joana – Eu sei, não se preocupem e obrigado pelos avisos amigas.
Joana foi para casa e pensou muito no que as amigas lhe disseram, mas também pensou que não fazia mal pelo menos ser amiga dele porque ela sabia que não ia cair nos joguinhos dele.
Joana combinou ir sair a noite com as amigas e novamente a Joana e o Diogo saíram para o
mesmo bar.

Continua (...)

sábado, 2 de abril de 2011

What Love does




Diogo era um daqueles rapazes muito populares, tinha as miúdas que queria, fazia o que bem lhe apetecia mas isso um dia ia mudar. Magoou muitas raparigas e ele sentia-se bem quando o fazia. Adorava sair a noite e o seu hobbie preferido era engatar todas as miúdas que queria e depois de ter o que queria largava as raparigas, basicamente usava as miúdas como objectos.
Numa das suas saídas há noite, reparou numa rapariga que lhe chamou à atenção, e com a sua confiança e mulherengo como era foi ter com ela. Ao chegar perto dela, diz-lhe:
- Olá bebé!
Joana – Conheces-me de algum lado?
Diogo – Não, mas gostava de conhecer.
Joana – Pois, então temos pena que eu não quero.
Joana já tinha ouvido um boato de como Diogo era mulherengo e não ia cair nos joguinhos dele.
Joana – Não vês que estas aqui a mais?
Diogo – Oh baby não sejas mázinha para mim.
Joana – Deixa-me em paz! Ainda não entendeste que não quero nada contigo?
Diogo – Queres beber algo princesa?
Joana – Não! Deixa-me divertir, não me voltes a chatear.
Joana foi a casa de banho a ver se se livrava dele. O Diogo andava a ver da dela, correu o bar todo e não a encontrou , Joana tinha ido embora.
Diogo perguntou a umas amigas que estavam com ela, e elas disseram que ela tinha ido para casa. Diogo foi ter com os seus amigos, e lá curtiu com umas quantas raparigas naquela noite, mas Joana não lhe saia da cabeça, porque por impressionante que seja ela tinha-se recusado a ter alguma coisa com ele, e ele gostava disso nela, porque até que estava farto que todas elas fossem muito fáceis.
No dia seguinte, Diogo foi para a escola e foi ter com os amigos.
Pedro – Então como correu a noite mano?
Diogo – Muito bem ...(riu-se) se tu visses as babes de roda de mim, e era com cada uma que eu ate me passava.
Pedro – Mano andas com sorte.
Diogo – A vida corre me bem, muito bem.
Toca para irem para as aulas e quando o Diogo olha para o lado, vê uma rapariga e parecia conhece-la de algum lado, fez de tudo para ver bem a cara da rapariga, quando conseguiu ver, viu que era a Joana, ficou admirado porque não sabia que ela andava na mesma escola que ele.
Pedro – Diogo que se passa? Parece que bloqueaste.


Continua (...)